Case Malacara: o e-commerce como principal canal de uma marca D2C
Case de cliente · Moda e calçados

Malacara: quando o e-commerce vira o principal canal da marca

Fabricante de calçados e artigos de couro na Serra Gaúcha que vende direto ao consumidor. Começou vendendo um par por vez pela internet e hoje atende o Brasil inteiro, além de operar um e-commerce nos Estados Unidos.

Francis Barbosa, sócio-proprietário da Malacara, no depoimento em vídeo.

23x
ROAS
8.000%
de crescimento
2 países
Brasil e Estados Unidos

O negócio

A Malacara atua desde 2008 no setor de calçados e vestuário. O carro-chefe sempre foi o calçado, e a demanda dos próprios clientes puxou a expansão para vestuário de couro, cintos e bolsas. O modelo é o que a gente chama de D2C na veia: a marca fabrica e vende direto ao consumidor final, sem intermediário.

A operação hoje combina fábrica e loja em Farroupilha, na Serra Gaúcha, outras lojas próprias, incluindo uma no Vale dos Vinhedos, presença em feiras e eventos do agronegócio como a Expointer, e o e-commerce.

“Nós somos uma marca um pouco diferente das demais: nós somos fabricantes e vendemos ao consumidor final.”

O que estava travado

A marca nasceu em eventos ligados ao agronegócio e, por isso, sempre teve clientes de longe. Existia demanda espalhada pelo país e nenhum canal para atendê-la. A resistência para abrir o e-commerce não era falta de vontade, era medo de não dar conta: qualidade das fotos e qualidade do atendimento. O receio era o cliente entrar em contato e não ser bem atendido.

Esse é um travamento clássico de fabricante que decide vender direto. O produto é bom, a demanda existe, mas falta a convicção de que a operação aguenta o canal.

O que foi feito

A solução não começou por tecnologia, começou por um combinado simples de operação: no momento em que vendesse um par, a empresa produziria e entregaria o mais rápido possível. Em vez de esperar a estrutura ideal para abrir o canal, a estrutura foi construída junto com a demanda.

É exatamente o princípio que eu defendo até hoje: não adianta escalar mídia antes de a operação sustentar o volume. Começa pequeno, prova que entrega, e só então acelera. O crescimento veio nessa ordem, um par, depois dois, depois três.

O resultado

O e-commerce deixou de ser um teste e virou o centro da marca. Durante a pandemia, quando as lojas físicas ficaram inacessíveis, foi o canal que sustentou a operação. Hoje ele é o principal canal de venda e de divulgação da Malacara, e a marca já opera também um e-commerce nos Estados Unidos, vendendo direto ao consumidor final de lá.

“Ao contrário da loja física, o e-commerce é infinito. Nós trabalhamos com o Brasil todo.”

A parceria dura desde o início das duas empresas. E o ponto que o Francis levanta sobre o dia a dia é o que mais se aproxima do formato da mentoria: e-commerce funciona 24 horas, os problemas acontecem na sexta e no sábado, e o que sustenta o resultado é a proximidade entre quem decide e quem acompanha, tanto na parte estratégica quanto na operacional.

“Eu recomendo muito o trabalho deles. A gente trabalha como parceiros há anos e está bem contente com o resultado.”
Francis Barbosa, sócio-proprietário da Malacara

O mesmo raciocínio, aplicado ao seu caso

Este resultado veio de método, não de sorte: entender o gargalo real antes de investir. É esse mesmo raciocínio que eu aplico individualmente na mentoria de e-commerce. Se quiser começar pelo passo mais barato, faça um diagnóstico gratuito da sua loja.

Fazer meu diagnóstico gratuito

Ver todos os cases →

Diagnóstico gratuito

Quer saber onde está o gargalo da sua loja?

Receba uma análise gratuita do seu e-commerce e descubra onde estão as maiores oportunidades de crescimento.